Estiveram reunidos no dia 7 de janeiro, em Queimadas, a 60 quilômetros de Codó (MA), dezenas de trabalhadores de comunidades e povoados da região, para discutir as ameaças e pressões que vêm sofrendo por parte da empresa Costa Pinto. Confira carta divulgada pela CPT em Coroatá após a reunião:
Comissão composta por integrantes do Conselho Indigenista Missionário (Cimi), Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e Sociedade Maranhense de Direitos Humanos comprova ataque ao grupo Awá-Guajá em situação de isolamento no interior da Terra Indígena Araribóia, município de Arame, Maranhão.
Confira Nota Pública do Conselho Indigenista Missionário (CIMI) sobre os desdobramentos da denúncia de morte de uma criança Awá Guajá, em Araribóia, Maranhão.
O assentado Flaurizio José foi assassinado no último dia 04. A polícia investigou o caso e trabalha com a hipótese de roubo, já que pertences do assentado sumiram. Entretanto, a CPT em Minas Gerais desconfia de outra motivação, já que Flaurizio é de um assentamento que está em conflito desde 2008, quando outro trabalhador foi assassinado.
Índios isolados foram localizados pela Fundação Nacional do Índio (FUNAI) em uma área próxima dos canteiros de obras das hidrelétricas de Jirau e de Santo Antônio, na região Norte do país. O grupo vive na Terra Indígena Katauixi/Jacareúba, no Amazonas, entre os municípios de Lábrea e Canutama, perto da divisa com Rondônia.
Corpo carbonizado da criança e o acampamento incendiado de um grupo isolado de Awá-Guajá foram encontrados por índios Guajajara, a cerca de 20 quilômetros da aldeia Patizal, do povo Tenetehara, no município de Arame (MA). A suspeita é que o ataque tenha sido feito por madeireiros.