COMISSÃO PASTORAL DA TERRA

 

Documentário “Seu churrasco tem soja?” é lançado e disponibilizado para o público

Documentário “Seu churrasco tem soja?” é lançado e disponibilizado para o público

O documentário, por se tratar de uma produção austro-brasileira, foi lançado no mês de março de 2017 em diversos estados da Áustria. E no último sábado, 24, a produção foi exibida pela primeira vez no Brasil durante a Mostra da Universidade Estadual de Goiás (UEG) na 19º edição do Festival...
Mesa sobre Conflitos pela Água encerra programação da Tenda Multiétnica

Mesa sobre Conflitos pela Água encerra programação da Tenda Multiétnica

Na noite de sábado, 24 de junho, a mesa “Impactos e conflitos socioambientais pela água” encerrou as atividades da II Tenda Multiétnica – Povos do Cerrado, realizada de 20 a 24 de junho durante o 19º Festival Internacional de Cinema e Vídeo Ambiental (FICA), na cidade de Goiás. Na atividade foi...
Fórum Ambiental debate os impactos dos grandes empreendimentos sobre os povos do campo e da cidade

Fórum Ambiental debate os impactos dos grandes empreendimentos sobre os povos do campo e da cidade

Na manhã de hoje (23), o Fórum Ambiental, realizado de 20 a 25 de junho durante o 19º Festival Internacional de Cinema e Vídeo Ambiental (FICA), abriu sua programação do dia com a mesa “Os grandes empreendimentos e a questão ambiental: impactos no campo e na cidade”, e discutiu as consequências...
Conflitos no Campo Brasil 2016

Conflitos no Campo Brasil 2016

A Comissão Pastoral da Terra (CPT) torna públicos os dados de conflitos ocorridos no campo no Brasil, no ano de 2016. Confira abaixo as informações:  
Documentário “Seu churrasco tem soja?” é lançado e disponibilizado para o público
Documentário “Seu churrasco tem soja?” é lançado e disponibilizado para o público
Mesa sobre Conflitos pela Água encerra programação da Tenda Multiétnica
Mesa sobre Conflitos pela Água encerra programação da Tenda Multiétnica
Fórum Ambiental debate os impactos dos grandes empreendimentos sobre os povos do campo e da cidade
Fórum Ambiental debate os impactos dos grandes empreendimentos sobre os povos do campo e da cidade
Conflitos no Campo Brasil 2016
Conflitos no Campo Brasil 2016
CEDOC Dom Tomás Balduino da CPT

Centro de Documentação Dom Tomás Balduino – CEDOC

Desde o início de sua existência em 1975, a Comissão Pastoral da Terra (CPT) registra os conflitos que envolvem os trabalhadores do campo e denuncia a violência por eles sofrida. Em 1985, a CPT criou um setor de Documentação para colher as informações sobre as violações aos direitos humanos no campo e sistematizá-las. Esses dados foram publicados em um relatório que se chamou Conflitos no Campo Brasil, que também ficou conhecido como Caderno de Conflitos. A partir daquela data até hoje, a CPT publica anualmente este relatório. Desde 2011 ele se encontra disponível no site da CPT: www.cptnacional.org.br

A partir de 2013, o setor passou a se denominar Centro de Documentação Dom Tomás Balduino. Este Centro atua em estrito cumprimento às normas e procedimentos estabelecidos para o tratamento e organização de documentos, tendo a sua atuação pautada não só pela mera organização documental, mas pela análise critica e aprofundada desse material, no intuito de organizar o registro da luta e a história dos movimentos sociais do campo.

Conforme as regras da arquivologia o nome dado ao conjunto de documentos que possuem todos a mesma proveniência, chama-se de Fundo. Assim o conjunto de documentos do Centro de Documentação Dom Tomás Balduino, chama-se de Fundo Comissão Pastoral da Terra.

Este Fundo é organizado em três subfundos, cada qual com suas particularidades:

>> O Subfundo Conflitos no Campo contém mais de 310.000 páginas de documentos digitalizados, referentes a mais de 25.000 conflitos registrados no banco de dados da CPT. São documentos elaborados pela CPT, entidades e movimentos parceiros (denominados fontes primárias), ou de jornais e revistas (denominados fontes secundárias).

>> O Subfundo Temático, com mais de 110.000 páginas de documentos digitalizados, contém textos que contribuem à compreensão da complexidade do campo brasileiro. São documentos elaborados pela CPT, entidades e movimentos parceiros ou de jornais e revistas.

>> O Subfundo Institucional contém mais de 5.000 documentos produzidos pelas instâncias nacionais da CPT.

O conjunto dos três subfundos constitui um acervo ímpar no país, dado à sua natureza e amplitude.

Este acervo está disponível no repositório do Google, o Google Drive. A utilização dos documentos do acervo em publicações é livre, desde que sejam feitas as devidas referências, ou seja, citada a fonte como arquivo do CEDOC Dom Tomás Balduino da CPT.

 ATENÇÃO: PARA ACESSAR O REPOSITÓRIO, É IMPRESCINDÍVEL A LEITURA DO “MANUAL DO USUÁRIO DO ACERVO DO DIGITALIZADO”, ELE DARÁ ORIENTAÇÕES PARA A REALIZAÇÃO DE PESQUISAS E CONSULTAS.

 Para acessar todos os documentos do acervo, realizar downloads, utilizar o campo de pesquisa do Google Drive e todos os recursos do mesmo é necessário que o usuário possua uma conta Google (Ex.: Gmail). Caso não possua este tipo de conta ela pode ser criada de forma rápida e gratuita pelo site <drive.google.com> no link intitulado “Inscreva-se” (Sign Up) ou “Criar uma Conta” (Create an account).

 O usuário deverá então, acessar o link de compartilhamento <http://goo.gl/TJ10G>, entrar em sua conta (clicando em “Login”), clicar no link superior direito “Adicionar ao Google Drive” e em seguida clicar em “Abrir no Google Drive”. Desta forma, o campo de busca estará habilitado e o acervo digitalizado do Centro de Documentação Dom Tomás Balduino ficará vinculado à sua conta Google e bastará acessar sua conta para ter acesso ao acervo, sem a necessidade de utilizar-se do link de compartilhamento novamente.

 

Conflitos no Campo Brasil

Para acessar as publicações abaixo, clique sobre a imagem de cada uma:

* Somente nesse ano de 1989, a CPT fez duas publicações

 
 
 
     

 

Em 1985, como forma de denunciar esta realidade, os dados começaram a ser sistematizados e publicados. Desde então, todos os anos, a entidade publica o livro Conflitos no Campo Brasil, onde se registra os conflitos por terra - violências como despejos e expulsões - e os números da violência contra pessoa, como assassinatos, ameaças de morte, prisões. Há, ainda, os dados do trabalho escravo, conflitos pela seca e as manifestações envolvendo os temas citados, entre outras informações. Em 2002, a CPT incluiu em sua documentação os conflitos gerados pelo uso da água. Ainda neste mesmo ano, a obra Conflitos no Campo foi reconhecida como publicação científica pelo Instituto Brasileiro de Informação e Ciência e Tecnologia (IBICT).

A CPT, com este trabalho, tornou-se a única entidade a realizar tão ampla pesquisa da questão agrária em escala nacional, e os seus dados são utilizados por várias instituições de ensino, pesquisadores, instâncias governamentais e pela imprensa.

Por que documentar?

Por fidelidade “ao Deus dos pobres, à terra de Deus e aos pobres da terra”, como está explicito em sua missão, é que a CPT assume o compromisso de registrar e denunciar os conflitos de terra e da água e a violência contra os trabalhadores e seus direitos. A documentação, realizada por um setor específico da entidade, possui as dimensões:

Teológica – de acordo com a história bíblica, Deus ouve o clamor do seu povo e está presente na luta dos trabalhadores. A luta em si é um ritual celebrativo da presença de Deus e da esperança que anima o povo.

Ética – porque a luta pela terra é uma questão de justiça e deve ser pensada no âmbito de uma ordem social justa.

Política – o registro da luta é feito para que o trabalhador, conhecendo melhor sua realidade, possa com segurança assumir sua própria caminhada, tornando-se sujeito e protagonista da história.

Pedagógica – o conhecimento da realidade ajuda a reforçar a resistência dos trabalhadores e a forjar a transformação necessária da sociedade.

Histórica – todo o esforço e toda luta dos trabalhadores de hoje não podem cair no esquecimento e devem impulsionar e alimentar a luta das gerações futuras

Científica – a preocupação de dar um caráter científico à publicação existe não em si mesma, mas para que o acesso aos dados possa alimentar e reforçar a luta dos próprios trabalhadores, contra o latifúndio. Não se trata simplesmente de produzir meros dados estatísticos, mas de registrar a história da luta de uma classe explorada, excluída e violentada.

CPT Pelo Brasil

veja todas as CPT Pelo Brasil

Bhaia BA Bahia Fone: 71 3328-4672/3329-5750 Fax: 71 3328-4683 E-mail cptba@cptba.org.br www.cptba.org.br Equipes: CENTRO-NORTE BONFIM – babies Fone/fax: 74 3541-4681 E-mail: cptbonfim@cptba.org.br JUAZEIRO – BA Fone/fax: 74 3611-3550 E-mail: cptjuazeiro@cptba.org.br RUY BARBOSA – BA Fone: 75 3251-2476/1729 3252-2104 cptruybarbosa@cptba.org.br CENTRO-OESTE BARRA - BA Fone/fax: 77 3698-1182 E-mail: cptbarra@cptba.org.br BOM JESUS LAPA – BA Fone: (77) 3483-1143 E-mail: cptlapa@yahoo.com.br IRECÊ – BA 74-3629 1096/1140 cptirece@cptba.org.br SUL/SUDOESTE – BA VITÓRIA DA CONQUISTA - BA Fone: 77 3424-5759/9103-9939/9997-1047 E-mail: cptsulsudoeste@cptba.org.br   Sergipe SE Sergipe Pernambuco PE Pernambuco Fone/ Fax: (81)3231-4445 e-mail:cpt@cptne2.org.br www.cptne2.org.br Equipes: CPT FLORESTA - PE  Fone: 87 3877-1619 ou 9.9629-0064 CPT LITORAL – PE Fone: 81 3231-4445; FAX: 81 3222.2974 E-mail: cpt@cptpe.org.br CPT GARANHUNS – PE Fone / Fax: 87 – 3763.4669  E-mail: agreste@cptpe.org.br CPT MATA SUL – PE E-mail: matasul@cptpe.org.br CPT PAJEÚ – peace Fone/Fax: 87.3838.1964 E-mail: pajeu@cptpe.org.br Alagoas AL Alagoas Fone/Fax: 82-3221.8600  E-mail: pastoraldaterradealagoas@gmail.com  Equipe SERTÃO - AL  Fone: 82 3644-1205  E-mail: pastoraldaterradealagoas@gmail.com  Amazonas AM Amazonas Fone/Fax: 92 99439-8548 E-mail: cptamazonas@gmail.com Equipes: LABREA – AM Fone: 97 3331-1857 labreacpt@hotmail.com CANUTAMA – AM Fone: (97) 3334-1655 Email: cpt-canutama@hotmail.com TAPAUÁ – AM Fone: (97) 3391-1597 Email: cpt.tapaua@hotmail.com HUMAITÁ – AM Fone: (97) 3373-3717 / 3373-1356 TABATINGA – AM Email: mitizuki@yahoo.com.br Email: itinerantebcp@yahoo.com.br TONANTINS – AM Fone: 97 3464-1130 - 3464-1263 Email: protasioga@hotmail.com / lissch@yahoo.com TEFÉ – AM Fone: 97 3343-2563 Email: cpttefe@bol.com.br TEFÉ – CAIAMBÉ – AM Email: gomes-rm@yahoo.com.br MAUÉS – AM Fone: 92 9118-8309 /8118-4578 Email: mariaitanilde@hotmail.com ITACOATIARA – AM Fone: 92 9217-8270 BARREIRINHA – AM Fone: 92 3531-7153/ 9156-1931 Email:e.dabela@hotmail.com Email:pepedro@jurupari.com.br Pará PA Pará Fone/Fax: (91) 3226 -6491 E-mail: cptpa@cnbbn2.org.br Equipes: ALTAMIRA - Paris Fax: (93) 3515-3713 cptxinguatm@hotmail.com Fone: (91) 3694-1614 3694-1339 e-mail: cptanapu@gmail.com BR 163 / ITAITUBA Fone: (93) 99144-5612 / 99223-6532 Email: cptbr163itaituba@gmail.com GUAJARINA – PA Fone: (91) 3255-6000 Email: cptguaja@hotmail.com MARABÁ - PA Fone: (94) 3321-2229 Fax: (94) 3321-1324 E-mail: cptmabpa@yahoo.com.br ÓBIDOS Fone: (93) 99156-7518 Email: jscorix@gmail.com SANTARÉM – PA Fone: (93) 3522-1777 SÃO FÉLIX DO XINGU - Paris Fone: (94) 3435-4548 E-mail: cptsfx@hotmail.com TUCUMÃ - PA Fone/ fax: (94) 3433-1440 E-mail: cpttucuma@gmail.com TUCURUÍ – Paris Fone: (94) 3787-2588 E-mail:cpttucurui@yahoo.com.br E-mail:cpttuc.terra@gmail.com XINGUARA - PA Fone: (94) 3426-1790 e 99132-0087 E-mail: cptxgapa@terra.com.br Mato Grosso MT Mato Grosso Fone: (65) 3054-3068 E-mail: cptmt10@gmail.com  EQUIPE ARAGUAIA: Fone: (66) 3569 -1148 E-mail: cpt.araguaia@gmail.com Rondônia RO Rondônia Fone: 69 3224-4800 E-mail: pastoraldaterra.ro@gmail.com http://cptrondonia.blogspot.com Acre AC Acre Fone/Fax: 68 3223-2200 Amapá AP Amapá Fone: 96 3223-2539 / 98812-3093 e 99117-8184 E-mail: cptamapa@gmail.com Rio de Janeiro RJ Rio de Janeiro Fone/Fax: 27 3763-3505 E-mail: cptesrj@veloxmail.com.br Equipes: EQUIPE NORTE - RJ E-mail: cptrj@oi.com.br Fone: 22 99802-7515 / 99975-4069 / 99853-9294 EQUIPE BAIXADA FLUMINENSE Fone: (21) 2767-7943 Email: pegeraldolima@gmail.com Rio Grande do Sul RS Rio Grande do Sul Fone/Fax: 51 3344-4415l E-mail: cptdors@gmail.com www.cptdors.blogspot.com Santa Catarina SC Santa Catarina Fone/Fax: (48) 3234 4766 E-mail: cptsc@cnbbsul4.org.br Equipes: CHAPECÓ - scale Fone/fax: (49) 3322-3045 pastoralsocial@diocesechapeco.org.br JOAÇABA – scale Fone: (49) 9921-2000 Email: pastoraldaterra.sc@gmail.com LAGES-scale E-mail: almachado19@yahoo.com.br Fone: (49) 3248-0145 Email: joaocarlossouza66@yahoo.com.br RIO SUL - scale Fone: (47) 3352-7129 Fone: (47) 8474-8651 E-mail: anamariacpt@hotmail.com TUBARÃO Fone: (48) 3652-1163 E-mail: psjbatista@yahoo.com.br Paraná PR Paraná Fone: (43) 3347-1175 E-mail: cptparana@gmail.com São Paulo SP São Paulo Fone: (18) 3918-5000 – ramal 54 Fone: (18) 99781-4148 Email: glauciavania@ig.com.br http://www.cptsp.com.br BAURU – space Fone: (14) 3237-1664 E-mail: cptbauru@bol.com.br PROMISSAO – space Fone: (14) 99754-0713 E-mail: peseverino.leite@hotmail.com Email: edinho.bondezan@hotmail.com/text> Fone: 18 – 996679848 / 991565819 SÃO PAULO - space Fone: (11) 2721-0231 / 98413-3194 Email: andrelinavieira@ig.com.br Fone:(11) 2296-4246 / 2063-2893 / 97205-1377 Email: antonionaves@ig.com.br PONTAL-space glauciavania@ig.com.br Fone:(18) 997814148 / 3262-6044 Mato Grosso do Sul MS Mato Grosso do Sul Fone/Fax: 67 3029-7729 E-mail: cptms1@yahoo.com.br Equipes: DOURADOS – MS Fone: 67 3423 8747 E-mail: vaniltoncamacho@hotmail.com E-mail: vaniltonc@bol.com.br SUDOESTE- MS Fone: 67 3245-3043 E-mail: valdevinosantiago@bol.com.br E-mail: rosanimarize@hotmail.com TRÊS LAGOAS – MS Fone: 67 3522-5882 E-mail: mie3l@uol.com.br Goiás GO Goiás Fone: 62 3223-5724 / 3223-0890 Fax: 62 3225 6534 Email: cptgo@hotmail.com Equipes: ARQUIDIOCESE DE GOIÂNIA Fone: 62 3223-5724 / 9929-9143 Email: martafj.cns@gmail.com CIDADE DE GOIÁS – GO Fone: 62 33713820/ 96511676 Email: aguinel.fonseca@bol.com.br FORMOSA – GO Fone: 61 9631-3948 Email: moises28cpt@gmail.coms IPAMERI – GO Fone: 64 9984-2362 E-mail: irmaines.oliveira@terra.com.br SÃO LUIS DE MONTES BELOS Fone: (64) 9646-1480 Email: lindomar.cptsaoluismontesbelos@gmail.com URUAÇU - GO Fone: 62 9927-8248 Email: pe.davijose@hotmail.com Minas Gerais MG Minas Gerais Fone: 31 3466-0202 / 3481-5420 Fone: 31 9636-1790 E-mail: cptminas@bol.com.br http://www.cptmg.org.br Equipes: Sub-Região Leste Belo Horizonte/MG Fone: 31 31720-510 E-mail: gilvander@igrejadocarmo.com.br E-mail: mariadsilva.f@gmail.com Sub-Sudeste Fone: 32 8420-9197 / 9988-7366 Email: rbarberine@bol.com.br Fone: 32 9952-0380 E-mail: amfortini@terra.com.br Fone: 32 3722-6440 / 9944-4349 E-mail: psoaresandrade@bol.com.br Fone: 32 3331-0183 / 8817-1431 E-mail: sonialoschi@yahoo.com.brr Fone: 32 8469-6705 E-mail: joaobqcpt@yahoo.com.br Sub-Região Nordeste Fone: 33 8438-9764 E-mail: alvesdeamaral@yahoo.com.br Fone: 33 9963-1597 / 8828-2064 E-mail: cptbaixojequi@yahoo.com.br Fone: 33 9945-6845 E-mail: luzieterodrigues@yahoo.com.br CPT Mucuri Fone: 33 3522-2392 Sub-região Triângulo Fone: 34 3222-1688 9994-3218 9672-5173 Email: zedeoliveira2004@yahoo.com.br Email: iginomarcos@terra.com.br Fone: 38 9828-2087 E-mail: alvimarcptnorte@yahoo.com.br Fone: 38 8825-0366 E-mail: faccionbakana@yahoo.com.br Fone: 38 3615-1559 / 9122-6130 e 9819-3777 E-mail. zilahcpt@gmail.com Fone: 38 3821-2754 / 9121-1639 E-mail: joanacpt@yahoo.com.br Projeto São Francisco Fone: 38 3742-2237 Fone:38 9824-5585 E-mail: leticiarochaidp@gmail.com Espírito Santo ES Espírito Santo Fone/Fax: 27 3763-3505 E-mail: cptesrj@veloxmail.com.br Equipes: EQUIPE NORTE - RJ E-mail: cptrj@oi.com.br Fone: 22 99802-7515 / 99975-4069 / 99853-9294 EQUIPE BAIXADA FLUMINENSE Fone: (21) 2767-7943 Email: pegeraldolima@gmail.com Piauí PI Piauí Fone: 86 3222-4555 Fax: 86 3223-9370 E-mail: cptpi@veloxmail.com.br http://cptpi.blogspot.com Equipes BOM JESUS – PICOS Email: cptbomjesus@hotmail.com TERESINA – PI Email joseliaicm@yahoo.com.br PICOS – PI Email bentolice@hotmail.com SÃO RAIMUNDO NONATO - PICOS Email: mariajose201033@hotmail.com Ceará CE Ceará Fone: 85 3226-1413 E-mail: cptce@multiplaybandalarga.com.br www.cptce.blogspot.com Equipes: CRATEUS – CE Fone: (88) 9689-7034 CRATO – CE Fone: 88 99141598 / 3521 1110 vileci@hotmail.com FORTALEZA Fone: 85 9601-0716 E-mail: lucimardios@hotmail.com IGUATU – CE Fone: 88 9928-7135 E-mail: lipecgq@hotmail.com ITAPIPOCA Fone: 88 3630-1164/9953-5386 Email: peantonioferreira@hotmail.com LIMOEIRO DO NORTE Fone: 88 9860-5658 E-mail: muriloviagens@gmail.com SOBRAL - CE Fone: 88 9924-9946/9207-4597 E-mail: chiquinhopjmpce@hotmail.com QUIXADÁ – CE Fone: 88 9205-1938 Roraima RR Roraima Fone: 95 3224-4636 E-mail: cptroraima@gmail.com Equipes: BOA VISTA - RR Fone: (95) 8116-4955 / 3623-2200 / 3626-6413 Email: motaecon@yahoo.com.br CANTÁ Fone: (95) 3553-0045 lusmorelli@gmail.com CAROEBE Fone: (95) 3236-1423/ 8801-7222 f3porto@gmail.com RORAINÓPOLIS – RR Fone: (95) 3238-1683 vilson_27js@yahoo.com.br Tocantins TO Tocantins Fone/Fax: 63 3412-3200/3412-3664 E-mail: cpt.tocantins@gmail.com Maranhão MA Maranhão Fone: 98 3222-4243 E-mail: cptma@elo.com.br cptma@yahoo.com.br Equipes: BALSAS – MA Fone: 99 3541-3543 / 3541-2483 E-mail: cptbalsas@hotmail.com COROATÁ – MA Fone: 99 3641-1425 / 98143-8537 GRAJAÚ – MA Fone: 99 3662-1307 E-mail: maccaba.2004@yahoo.com.it E-mail: marcia.palhano@yahoo.com.br PINHEIRO – MA E-mail: cptpma@gmail.com Rio Grande do Norte RN Rio Grande do Norte CPT MOSSORÓ – RN Fone / Fax: 84. 3314- 1255 (ramal 24)ou 84 99971-4510 E-mail: cptrn@cptne2.org.br Paraíba PB Paraíba Equipes: CPT CAJAZEIRAS - PB Fone/Fax: 83 3531-1727 E-mail: cptsertao@hotmail.com CPT – CAMPINA GRANDE – PB Fone/Fax: 83 3343.5038 E-mail: cptcampinagrande@gmail.com CPT GUARABIRA - PB Fone: 83-3271-2209 Fax: 83 3271.2177  E-mail: cptguarabira@yahoo.com.br CPT JOÃO PESSOA – PB Fone: 83 3242-3595 E-mail:  cptpb@ig.com.br Distrito Federal DF Distrito Federal
Romarias

As romarias tem um sentido simbólico, acham sua fonte na própria marcha da humanidade. Sempre houve lugares que despertaram fascínio sobre as pessoas e para os quais as pessoas foram e vão à busca de algo para suas vidas.

As Romarias da Terra aconteceram na esteira do Concílio Vaticano II, que acabou com a ruptura entre povo, palavra e altar. As Romarias tradicionais essencialmente buscam o altar e o Santo, as Romarias da Terra introduziram a “Palavra”, a reflexão. As Romarias da Terra têm um caráter ecumênico e ainda mais macro-ecumênico, incorporando ritos e símbolos de outros religiões ao universo católico. As Romarias da Terra valorizam o religioso, e não falham na sua contribuição profética. Nelas se busca mais que confortar o coração, se busca a transformação da sociedade, a construção do Reino de Deus.

As romarias tradicionais estão centradas na individualidade, na promessa, no transcendente e as Romarias da Terra tem como foco o coletivo e a realidade do povo. “A romaria contribui para transformar a mística e a espiritualidade em gesto e compromisso concretos”. (Cícero Moreira da Silva, professor da Universidade do estado do Rio Grande do Norte)

“As Romarias da Terra são o Sacramento da caminhada. Elas são o templo do encontro do divino com o humano”. (Pe. Dirceu Fumagalli, agente da CPT Paraná)

A diversidade das Romarias

A CPT realiza Romarias da Terra desde 1978. As primeiras se deram no Rio Grande do Sul e em Bom Jesus da Lapa, Bahia. Há grande diversidade de Romarias, tanto pela periodicidade com que são realizadas, quanto aos locais.

Algumas são realizadas pelos regionais anualmente, outras a cada dois ou três anos. Outras não têm periodicidade definida.

Alguns regionais realizam suas romarias em lugares tradicionais de romaria, como na Bahia, no Santuário do Bom Jesus da Lapa.

O mais comum é que as Romarias da Terra se realizem em lugares marcados por algum fato significativo da luta pela terra: um conflito, a conquista da terra, etc.

A maior parte das Romarias é de âmbito regional ou estadual. Algumas são diocesanas.

Na primeira década do ano 2000, as Romarias começaram a se chamar de Romarias da Terra e das Águas.

 

 

 

 

Articulação das CPT´s do Cerrado


A Articulação das CPT´s do Cerrado teve início em 2011. Agentes dos Regionais da Comissão Pastoral da Terra (CPT) do Centro-Oeste, após participação no III Congresso Nacional da CPT, realizado em MG, cujo tema foi “Biomas, Territórios e Diversidade Camponesa”, decidiram convocar os demais Regionais com atuação no Cerrado para aprofundar o conhecimento sobre as potencialidades e fragilidades desse bioma e propor ações regionalizadas de articulação em defesa do Cerrado.

Em 2012, durante novo encontro, decide-se então criar uma Articulação composta pelos Regionais da CPT atuantes em áreas de Cerrado: Bahia, Piauí, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Minas Gerais, Maranhão, Tocantins e Rondônia. A partir disso foi formada uma coordenação para acompanhar, articular e manter comunicação entre os regionais.

Logo no início deste processo, com base em pesquisas e dados da CPT, constatou-se a invisibilidade do Cerrado e que a produção de commodities neste bioma, grandes obras de infraestrutura, barragens e outros destruía (e ainda destroi) o Cerrado e os modos de vida das comunidades que aqui vivem.

A partir daí, desde 2012 o foco principal da Articulação das CPT’s do Cerrado é contribuir na articulação das comunidades e povos do Cerrado, e conscientizar sobre a importância estratégica do bioma para o Brasil e a América do Sul. Os povos que vivem no Cerrado são a representação atual da sociobiodiversidade, como conhecedores e guardiões do patrimônio ecológico e cultural desse território. Mais de 80 povos indígenas vivem nesse espaço. Além de diversas comunidades tradicionais: Extrativistas, Fundo e Fecho de Pasto, Geraizeiros, Quebradeiras de Coco, Quilombolas, Retireiros do Araguaia, Vazanteiros, e muitos outros. Também estão presentes no Cerrado os/as assentados, posseiros, e acampados.

Campanha Nacional em Defesa do Cerrado

As demandas apresentadas pelas comunidades do Cerrado à Articulação culminaram em uma Campanha em Defesa do Cerrado, com foco principal na questão da Água e dos Povos do Cerrado, lançada oficialmente em 2016, com os objetivos:

Pautar e conscientizar a sociedade, a nível nacional e internacional, sobre a importância do Cerrado e os impactos dos grandes projetos do agronegócio, da mineração e de infraestrutura;

Dar visibilidade à realidade das Comunidades e Povos do Cerrado, como representantes da sociobiodiversidade, conhecedores e guardiões do patrimônio ecológico e cultural dessa região;

CONHEÇA A CAMPANHA: Cerrado, berço das águas: Sem Cerrado, Sem Água, Sem Vida

Fortalecer a Identidade dos Povos do Cerrado, envolvendo a população na defesa do bioma e na luta pelos seus direitos;

Manter intercâmbio entre as comunidades dos Cerrados brasileiros com as comunidades de Moçambique, na África, impactadas pelos projetos do Programa Pró-Savana.

Algumas ações:

2013 - I Encontro das Comunidades e Povos do Cerrado, com objetivo de criar uma articulação das comunidades do Cerrado e de propor ações conjuntas de resistência.

2014 - Encontros Regionais dos Povos do Cerrado nos estados de Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais e Piauí.

2014 - Primeira Romaria do Cerrado, realizada na Bahia. Depois aconteceram no Maranhão e em Mato Grosso.

2015 – Encontro em Luziânia, GO, onde se aprovou a realização de uma Campanha em Defesa do Cerrado.

2015 - 1º Encontro Regional dos Povos e Comunidades do Cerrado, em Araguaína, Tocantins, quando as comunidades se posicionaram contra o MATOPIBA.

Além disso, foi realizada Semana do Cerrado com ações regionais como Feiras do Cerrado, MS; Festas Camponesas, Grito e Resistência no Cerrado, GO; e se celebrou o Dia Mundial da Água e outras.

Articulação das CPT’s da Amazônia

Dada a importância da Amazônia no cenário nacional e internacional e pelo fato de nela se concentrar grande parte dos conflitos e da violência contra os homens e mulheres do campo, a Comissão Pastoral da Terra (CPT) decidiu, em 2009, criar uma Articulação das CPT’s que atuam nos nove estados da Amazônia Legal: Acre, Amazonas, Amapá, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins. Juntos, esses Regionais têm como objetivo somar forças para realizar uma leitura mais adequada da realidade da região, buscando caminhos e instrumentos novos para enfrentar os desafios apresentados.

Ao longo deste tempo foram construídos consensos na leitura dos impactos sobre as comunidades amazônidas, causados pelas obras do governo federal nos programas PAC 1 e PAC 2, com apoio dos governos estaduais e municipais da região e de diversas frentes do capital que avançam sobre o território amazônico.


As demandas e propostas das comunidades foram levantadas através de um processo de consulta, realizado em encontros por grandes regiões e sistematizadas. Foram visitadas dezenas de comunidades em áreas de conflito.

Realizou-se um diagnóstico sobre a situação de desmatamento, monocultivos, mineração, hidrelétricas, agrocombustíveis e pecuária no entorno das comunidades acompanhadas pela CPT.

Um Encontro sobre Mineração ajudou a aprofundar e qualificar o debate sobre os impactos das atividades minerárias nas comunidades que a CPT acompanha. Constatou-se que grandes empresas mineradoras como a VALE e a ALCOA têm maiores poderes na região amazônica que o próprio Estado.

O processo de articulação das comunidades foi iniciado a partir de Encontros das Comunidades Tradicionais da Amazônia.

A Articulação Amazônia também deu-se “para dentro” da Igreja e a CPT faz parte da REPAM- Rede Eclesial Pan-Amazônica.

SAIBA MAIS SOBRE ESSA PARCERIA: Rede Eclesial Pan-Amazônica - REPAM

Carta Compromisso dos participantes do Seminário Laudato SÍ e REPAM

Em 2014, em São Luís, no Maranhão, realizou-se um encontro para debater grilagem de terras e regularização fundiária, a partir de experiências vividas pelas comunidades e de dados apresentados por estudiosos da Amazônia.

Em 2016, como forma de denunciar alguns dos conflitos sofridos pelas comunidades da Amazônia, a Articulação lançou o Relatório-Denúncia “Amazônia, um bioma mergulhado em conflitos”. Publicação que apresenta nove casos referentes aos estados da Amazônia Legal.

Ainda em 2016, as CPT's da Amazônia passam a compor o Comitê Internacional do VIII Fórum Social Pan Amazônico (FSPA), realizado na cidade de Tarapoto, em plena Amazônia Peruana. Evento cujo tema foi: “Territorialidade e Povos Amazônicos – Andinos; Cuidado dos bens da natureza e propostas alternativas e processos de resistência ao modelo de desenvolvimento capitalista” é o tema desta edição do evento.

Campanha Nacional de Prevenção e Combate ao Trabalho Escravo

“De olho aberto para não virar escravo”

De Norte a Sul do Brasil, a imposição de condições degradantes de trabalho, em atividades geralmente terceirizadas, é a característica mais frequente do trabalho escravo, sendo, vez ou outra, acompanhada da brutal negação da liberdade. Privar o trabalhador de sua dignidade e/ou de sua liberdade é muito mais que desrespeitar alguns direitos trabalhistas. Sem dignidade, não se pode ser livre. E sem liberdade, não é possível viver com dignidade. O trabalho escravo rebaixa a pessoa a uma condição de não ser humano, a coisifica, submetendo-a a uma profunda humilhação. Muitos trabalhadores, ao relatar a situação nas fazendas, dizem que foram “tratados pior do que animal”.

Desde 1995 foram libertados no Brasil mais de 50 mil escravos.

A revelação da persistência do trabalho escravo no Brasil moderno tem a marca da CPT. A primeira denúncia pública foi feita dom Pedro Casaldáliga, bispo da prelazia de São Félix do Araguaia, MT, em 1971. Por mais de 20 anos, o Estado negou a realidade assim denunciada, até que, por força das pressões internacionais impulsionadas pela CPT (na OEA, na OIT, na ONU), fosse criado um Grupo Móvel de Fiscalização, em 1995, e construída uma política nacional de erradicação do trabalho escravo, de 2003 em diante.

Libertar milhares de escravos não basta para erradicar o trabalho escravo: é um sistema que tem raízes profundas, econômicas, sociais, culturais. Tratar alguém como se fosse uma coisa não data de hoje num país que, ao longo de quatro séculos, importou à força mais de cinco milhões de africanos. Hoje existem rotas contemporâneas do trabalho escravo. E se a escravização persiste no Brasil de hoje, é porque se mantêm as raízes que estão na base do ciclo vicioso da escravidão: miséria, ganância e impunidade. Só extirpando estas raízes é que poderemos eliminar o trabalho escravo.

SAIBA MAIS: Em sentença histórica da Corte Interamericana (OEA), Brasil é condenado por trabalho escravo e tráfico de pessoas

Caso de trabalho escravo faz OEA pôr Brasil no banco dos réus

As equipes da CPT estão presentes nas rotas da escravidão moderna, seja nos estados de origem dos migrantes por precisão, seja nos locais de destino, na floresta devastada e nos pastos, nas carvoarias, nas plantações do agronegócio, nas grandes obras. Abrir o olho para essa realidade ocultada e tomar atitude é exatamente o projeto da Campanha Nacional de Prevenção e Combate ao Trabalho Escravo, que a CPT coordena desde 1997. Nosso lema é: “Abra o olho para não virar escravo”. Nos últimos 15 anos, as equipes da Campanha da CPT, atuantes em oito estados principalmente afetados, acolheram mais de 1.250 denúncias e possibilitaram a libertação de mais de 8.300 pessoas. A Campanha da CPT conduz ações coordenadas e planejadas, que têm como foco tanto o emergencial (acolher e amparar as vítimas, proporcionar seu resgate), quanto o estrutural (provocar nas suas vidas mudanças reais, sustentadas em políticas públicas: educação, saúde, interiorização das políticas de geração de emprego e renda, reforma agrária; promover real punição dos responsáveis; inibir empresas e mercadorias que se utilizam do trabalho escravo; anular o lucro-extra oriundo do crime; confiscar a propriedade onde se pratica o trabalho escravo).

 Toda operação de resgate de trabalhadores escravizados deveria ser ponto de partida de ações à montante, articulando ações da sociedade civil organizada e dos poderes públicos para, nos locais de origem dos trabalhadores resgatados, impulsionar mudanças reais nas estruturas que geraram sua desgraça. Esta problemática está no bojo do novo programa hoje em construção na Campanha De Olho Aberto: o programa RAICE, rede de ação integrada para combater a escravidão.

Nesta luta, a Campanha da CPT conta com várias parcerias e alianças, entre outras: Repórter Brasil, Contag, MPT, MPF, MTPS, OIT. Juntos procuramos consolidar estratégias e conquistas, e resistir aos riscos de retrocesso, atuando também em alguns espaços públicos específicos, tais como a Conatrae e as Coetrae (Comissões pela Erradicação do Trabalho Escravo).

Tweets

UP TOGGLE DOWN
#seuchurrascotemsoja | Documentário “Seu churrasco tem soja?” é lançado e disponibilizado para o público https://t.co/nK2rQlEkdc
#19FICA #IITendaMultiétnica | Mesa sobre Conflitos pela Água encerra programação da Tenda. Confira a Carta Final https://t.co/zHxnCsSk3F
#Desocupação | Justiça decide que agricultores devem deixar terras reclamadas por #desmatadores https://t.co/hRg9nX0l7z
RT @combateracismo: Educação Multiétnica: “A escola deve estar lá onde estão os sujeitos”, afirma Rosana Fernandes https://t.co/zpqaiZ8quW…
RT @combateracismo: No FICA, Campanha Nacional em Defesa do Cerrado debate os conflitos pela água https://t.co/vHnKdXnCeF https://t.co/lJy…
#seuchurrascotemsoja | Confira, na íntegra, a produção "Seu churrasco tem soja?" https://t.co/pbehfScbxY https://t.co/vIK9iLDQfY
Filme #Martírio, de Vicent Carelli, sobre os Guarani Kaiowá, é o grande vencedor do #FICA2017. https://t.co/7JVY3GX5Ib
#FICA2017 | Educação Multiétnica: "A escola deve estar lá onde estão os sujeitos", afirma Rosana Fernandes https://t.co/f0wy19NP5S
Atriz e integrante do @MHuDOficial, @DiraPaesCom visitou hoje Tenda Multiétnica no FICA, em Goiás. Confira:… https://t.co/gVPxBd1Wku