Reunidas em Altamira (PA) desde ontem, 25 de outubro, cerca de 600 pessoas, sendo em sua grande maioria representantes indígenas do Pará, Tocantins e Maranhão, além de comunidades de pescadores, oleiros, barqueiros e outros, foram recebidas com uma grande saudação feita pelos povos indígenas, com rituais de danças.

Os participantes do Seminário estão alojados em salões e ginásios cedidos pela Prelazia do Xingu. O seminário foi proposto por organizações da região afetada pela Usina, como as colônias de pescadores de Altamira, Porto de Moz, Senador José Porfírio, a Associação de Exportadores de Peixes Ornamentais (Acepoat), Associação dos Pilotos de Voadeira (Apivoal); convocado por organizações como o Conselho Indigenista Missionário (CIMI), Comissão Pastoral da Terra (CPT), movimentos sindicais (Conlutas, Intersindical, Unidos para Lutar e outros), e ONGs, como Fase, Fórum da Amazônia Oriental (Faor), e Unipop, articulados no Comitê Metropolitano Xingu Vivo para Sempre, de Belém; e apoiado pelo Movimento Xingu Vivo Para Sempre.