COMISSÃO PASTORAL DA TERRA

 

Ex-trabalhador escravo resgatado no Pará relata abuso e violência

Ex-trabalhador escravo resgatado no Pará relata abuso e violência

Com outros 81 trabalhadores rurais, Francisco das Chagas da Silva Lira, 38, foi resgatado pela fiscalização do Ministério do Trabalho da condição análoga à de escravo em 2000. Ele limpava o pasto da fazenda Brasil Verde, em Sapucaia, no Pará, a 733 km de Belém. O caso foi parar na Corte Interamericana de Direitos Humanos, órgão jurisdicional da OEA (Organização dos Estados Americanos), que condenou o Brasil por omissão e negligência aos trabalhadores. Veja o Especial da Repórter Brasil sobre o caso.

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De 8 a 13 de maio, CPT Bahia intensifica sua Campanha de Prevenção e Combate ao Trabalho Escravo

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Em 1888 foi assinada a Lei Áurea que aboliu a escravidão no Brasil. Já se passaram quase 130 anos e ainda são encontradas no Brasil pessoas trabalhando em condições análogas a de escravo. Apenas em 2016, 763 trabalhadores foram resgatados no país, sendo 66 deles na Bahia, em diversas atividades ligadas ao agronegócio, à pecuária, à construção civil, entre outros.

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Ministério do Trabalho volta a publicar “lista suja” do trabalho escravo

Inicialmente, o Ministério do Trabalho havia publicado uma relação com 85 nomes às 19h17 do dia 23/03/2017. Mas atualizou a lista às 21h32, republicando-a, agora com 68 empregadores. Segundo o ministério, 17 pessoas e empresas, que ainda não haviam esgotado os recursos a que tinham direito na esfera administrativa, tiveram seus nomes divulgados erroneamente.

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AGU recorre contra divulgação de ‘lista suja’ do trabalho escravo

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Prazo dado pela Justiça do Trabalho para que governo divulgue a lista de empresas autuadas por manter condições de trabalho análogas às de escravos vence na terça-feira. O Ministério Público do Trabalho, junto à Comissão Nacional para a Erradicação do Trabalho Escravo (CONATRAE), da qual a CPT participa, não abdica deste fundamental instrumento de luta.

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