No ano em que a CPT completava 20 anos, a perspectiva de luta pela terra também se renova com o aumento nas ocupações e famílias acampadas, mas também no agravamento da violência contra a pessoa. Mesmo havendo uma menor quantidade de assassinatos em relação ao ano anterior (41), casos como o Massacre de Corumbiara (RO) demonstraram a continuidade da visão do Estado de tratar a reforma agrária como “caso de polícia”.