O relatório de 1994 denuncia que a violência no campo não diminuiu, o que gerou 485 conflitos e 47 assassinatos, além do agravamento das ameaças de morte, destruição de casas e roças, e por outro lado a pressão contínua das famílias ocupantes de terras, pressionando pela urgência da Reforma Agrária. O lançamento da Campanha Nacional contra o Trabalho Escravo lançou uma nova perspectiva de incidência junto ao governo e sociedade, para o combate a este crime que continua afetando os trabalhadores e trabalhadoras do campo.