Os números da violência em 1992 contra as trabalhadoras e trabalhadores rurais continuaram alarmantes. Mesmo com a diminuição no número de pessoas assassinadas em relação aos anos anteriores (46 mortes), aumentaram os casos de famílias expulsas e despejadas da terra, terrorismo e impunidade dos crimes. Mesmo diante das violências, lavradoras e lavradores resistem, mantendo vivos a luta e o sonho na terra.