Em um ano sem investimentos para a agricultura familiar, o abandono da Reforma Agrária enquanto política pública e poucas ações efetivas para as comunidades que enfrentavam a seca na região Nordeste, a luta por “Terra, Água e Paz” e pelo direito de viver continuou sendo parte do dia a dia dos pobres da terra, inclusive nas comunidades centenárias negras (quilombolas).