Em 1989, o relatório Conflitos no Campo teve duas edições, sendo esta voltada aos trabalhadores e trabalhadoras do campo, em linguagem mais simples e propositiva. No ano em que a “Nova República” reforça as mesmas velhas práticas de benefício do latifúndio, violência policial e de jagunços no campo, as denúncias das violências persistem, mas o momento também é de anunciar as resistências de homens e mulheres, “Rompendo o cerco e a cerca”.