A redemocratização do país, com promessas de uma reforma agrária, não se refletiu na realidade do campo brasileiro em 1986. Mesmo com a estabilidade no número de conflitos, houve grande aumento do número de pessoas envolvidas e das áreas em conflitos. Dentre as 106 pessoas assassinadas, estão o padre Josimo Tavares, o agente da CPT Wilmar José de Castro e o pastor João Inácio da Silva, mártires na luta por justiça no campo.