No ano de 1998, o número de conflitos agrários registrados pela CPT atingiu seu topo até aquele momento, com 1.100 ocorrências, além do alto número de assassinatos (47). Ao mesmo tempo, a resistência camponesa continuava firme, com um recorde de 599 ocupações e mais de 76mil famílias ocupantes. Próximo da virada do século, a realidade de conflitos pela seca ainda vitimava as famílias na região Nordeste, ainda sem acesso a políticas públicas de convivência com o Semiárido.

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Assassinatos 1998

Trabalho Escravo 1998