Em 1997, os conflitos agrários tiveram um ligeiro declínio em relação ao ano anterior, mas continuaram com índices altos (736). As ações violentas foram mais direcionadas para os trabalhadores e trabalhadoras sem terra, que também foram mais da metade dos assassinados (17 das 30 mortes). O relatório também chama a atenção para os registros de trabalho Infantil e violência contra as crianças no campo.
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